quinta-feira, 29 de agosto de 2013

No, we CAN´T.

Eliminado, Victor rasga críticas a arbitragem

Na quarta-feira, Botafogo e Atlético Mineiro empataram em 2 a 2 e, dessa forma, o Galo está eliminado na Copa do Brasil. Ao final do jogo, a reclamação dos alvinegros mineiros era geral sobre a arbitragem de Wilton Pereira Sampaio. O goleiro Victor foi um dos jogadores que criticou a juiz.

"Lutamos, nos dedicamos, tivemos entrega, mas perdemos gols. E temos que colocar em questão o nível da arbitragem dessa noite. Uma arbitragem ruim, numa noite infeliz, sem coragem para assumir a responsabilidade expulsando o Bolívar na hora em que o Fernandinho ia para cima fazer o gol", disse o arqueiro.

Além do lance do Bolívar, Victor também citou outro momento crucial da partida. "No lance do segundo gol do Botafogo houve falta em cima do Pierre. Então, num jogo como esse, precisa ter uma arbitragem à altura, e a que tivemos esta noite não teve coragem", disse ele.

No entanto, a torcida do Atlético Mineiro está em lua de mel com o time e, mesmo com a queda, cantou hinos e aplaudiu os jogadores. A atitude também foi lembrada por Victor.

"Temos que agradecer o torcedor, que fez sua parte, e que soube reconhecer o trabalho dentro de campo. A equipe se dedicou, correu e agradecemos por tudo que eles têm feito por nós. E em campo vamos tentar retribuir esse carinho", concluiu.

Melhores momentos GREMIO 2 X 0 SANTOS

Vai um peixinho ai?


Morre, desgraçado!


Sushi


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Não tem estádio, venderam o filé do Remendão por 40 anos e não vão ter lugar marcado. Ótimo negocio para a AG.

Divisão do Beira-Rio prevê sócios sem lugares marcados e aumento das mensalidades

Em mapa, Zero Hora mostra onde ficarão os setores e as zonas livres para os associados

Divisão do Beira-Rio prevê sócios sem lugares marcados e aumento das mensalidades João Linck,Inter/Divulgação

Com o avanço das obras do Beira-Rio e a reinauguração prevista para janeiro, o Inter começa a definir a nova localização dos sócios no estádio, bem como o reajuste das mensalidades. Uma pesquisa foi contratada pelo clube, a fim de ouvir os associados sobre onde eles desejariam assistir aos jogos a partir de agora e até mesmo sobre quanto eles aceitariam pagar pelas novas acomodações.
Há um temor entre dirigentes e conselheiros: que o Beira-Rio passe a ficar vazio, como vem ocorrendo com o Maracanã e com o Mineirão - cujos altos preços afastam o torcedor.
Nas próximas semanas, a direção encaminhará para o Conselho Fiscal e para a Comissão Especial para Relacionamento com Sócios uma proposta da nova setorização do estádio, com os locais para os associados e os lugares para as novas cadeiras locadas. Após será encaminhado ao Conselho Deliberativo com os pareceres das comossões. Há divergências entre integrantes da Comissão e da direção quanto aos novos valores das mensalidades e, ainda, quanto ao número de novas cadeiras locadas a serem oferecidas ainda em 2013.
Assim que as novas diretrizes forem aprovadas no Conselho, os associados serão chamados para o "direito de escolha" - o que o Grêmio chamou de "migração", quando saiu do Olímpico e foi para a Arena. O sócio poderá escolher o novo local do estádio onde assistirá aos jogos. As áreas centrais serão transformadas em cadeiras VIPs e locadas. O associado que não optar por setor de cadeira locada não terá lugar marcado e poderá ficar na "zona livre" - mas, mesmo assim, precisará indicar o setor onde permanecerá -, que deverá se espalhar das áreas das intermediárias até atrás das goleiras. Dos 51 mil assentos do novo Beira-Rio, o Inter terá direito a 42,5 mil lugares, a BRio (a empresa criada em parceria do clube com a Andrade Gutierrez para administrar o estádio), a 8 mil, entre cadeiras VIP, suítes e skyboxes - e outros 500 lugares serão destinados a convidados de honra e imprensa.


Sócios pagarão pelo menos 30% a mais em mensalidadesA área do antigo "boné" do Beira-Rio receberá as novas cadeiras a serem locadas - todas centrais, ou seja, no meio-campo. Há um debate em andamento sobre qual deve ser a oferta inicial dessas novas cadeiras locadas. A direção trabalhava com uma ideia de 6 mil a 8 mil cadeiras, com mensalidade a R$ 200. Mas há um problema. Como a BRio terá 5 mil cadeiras VIP, com direito a acesso direto e coberto desde o edifício-garagem concorrerá diretamente com as cadeiras do Inter. Assim, o clube deve optar por uma oferta menor de locadas, possivelmente 3 mil cadeiras, a fim de evitar prejuízos. A pesquisa apontou que um número superior a este pode causar perda de associados e representar espaços vazios no estádio.
– Ainda estamos em uma fase de discussões internas. Temos diversas propostas e nenhuma definição - disse o presidente da Comissão de Obras do Beira-Rio, Maxi Carlomagno. – Todos os exemplos estão sendo levados em conta para evitar que o Beira-Rio cometa erros que outras arenas do Brasil cometeram – acrescentou.
Ainda que Carlomagno não confirme valores, as mensalidades sofrerão reajustes quando o estádio reabrir. Dos atuais 100 mil sócios em dia do Inter, 25 mil não precisam comprar ingressos para os jogos. Eles pagam R$ 65 de mensalidade. Deverão passar a pagar algo entre R$ 85 e R$ 90. A grande maioria, os 60 mil que têm 50% de desconto na compra do ingresso para as partidas do Inter deixarão os R$ 26 mensais e começarão a desembolsar entre R$ 35 e R$ 40 ao mês.
– Visitamos todas as arenas em funcionamento no país e uma coisa posso assegurar ao nosso torcedor: teremos uma distribuição de lugares ao modelo Inter, sem haver uma ruptura como o estádio era vivenciado pelo torcedor. O Beira-Rio terá a mesma alma de antigamente – concluiu Maxi Carlomagno.   
O mapa do novo Beira-RioVeja como ficará a divisão de lugares no estádio do Inter após a reforma:
ZH

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A fazenda

A titia Monique Evans postou o seguinte no seu twitter:



Porém deve estar com Alzheimer, já que esqueceu que esteve no Baile de Carnaval Gremista de 1985, quando ainda não era enrugada e repuxada como é hoje.


Desdorante Colorado


Show das Poderosas


By Marcão Tricolor

Hempatite


sábado, 24 de agosto de 2013

Gremio 1 x 0 Flamengo

Preste bem atenção neste vídeo. Outro gol do Pará, só quando o cometa Haley voltar a terra!

Dobro ou nada


Desaparecido


Procurando estádio


Problemas no puxadinho de La Bananera

Beira-Rio avançará sobre calçada e pedestres passarão por baixo da cobertura.
Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, terá um recuo em frente ao estádio do Inter

Beira-Rio avançará sobre calçada e pedestres passarão por baixo da cobertura Rodrigo Müzell/Agência RBS
A alguns metros do chão, estrutura de metal vai invadir o perímetro da avenida
 
Não importa se você é gremista ou colorado: a partir do ano que vem, ao caminhar pela calçada da Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, qualquer pedestre estará dentro do complexo do Beira-Rio.
Em uma integração inédita da cidade com um estádio de futebol, o passeio público passará embaixo da imponente cobertura da casa colorada. Como não haverá nenhuma cerca ou parede separando o pátio do Inter da rua, autoridades de trânsito revelam apreensão com riscos de atropelamentos.
Para o teto do estádio avançar sobre a calçada, a prefeitura precisou alterar o projeto original de alargamento da Padre Cacique. O engenheiro José Dallaqua, da CBJ Engenharia, empresa contratada pelo governo municipal, explica que o traçado da avenida sofrerá um pequeno desvio em frente ao Beira-Rio. Em um trecho de cerca de 200 metros, a via será recuada para contornar a cobertura (veja no desenho abaixo).
Ao circular pela calçada coberta, com nove metros de largura, os pedestres enxergarão de um lado as lojas e lancherias situadas ao longo da fachada do estádio. Do outro, verão os pedestais de sustentação das estruturas que compõem a cobertura. O pedestal mais próximo da Padre Cacique ficará a apenas 1m30cm de distância do meio-fio. A previsão do Inter e da prefeitura é de que até o final de dezembro o passeio público já esteja liberado.

Diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari afirma que o órgão providenciará estudos para avaliar a dimensão de riscos a pedestres. Afinal, não existirá no estádio reformado uma área delimitada, com muros ou cercas, para os torcedores se reunirem nos dias de jogos. A ideia é que a multidão transite no entorno do Beira-Rio e na calçada como se tudo fosse a mesma área.
— O que nos preocupa é a possibilidade dos torcedores invadirem com frequência a avenida. Se identificarmos problemas, vamos solicitar ao proprietário (o Inter) medidas para melhorar a segurança. Se constatarmos a necessidade de uma cerca, faremos esta demanda — adianta Cappellari, lembrando que a lombada eletrônica retornará à Padre Cacique após o alargamento da via, permitindo velocidade máxima de 40 km/h nas proximidades do estádio.
A vice-presidente colorada Diana Oliveira, responsável pelas obras, concorda que será necessária uma "conduta social" diferenciada para sustentar essa proposta de integração entre o empreendimento e o espaço público.
— Em princípio, não haverá demarcações entre o público e o privado. Só que isso vai depender das experiências que surgirem. Teremos um forte esquema de vigilância com câmeras. Mas, se o estádio sofrer ataques frequentes, por exemplo, infelizmente vamos precisar de uma separação — pondera Diana.
Para construir o teto metálico avançando sobre a calçada, o Inter obteve em junho de 2010 uma autorização da Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento de Projetos Especiais (Cauge), que reúne integrantes de oito órgãos municipais, entre eles as secretarias de Urbanismo, Obras e Viação, Meio Ambiente e a própria EPTC.

Fonte ZH

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Até cachorros vão aos jogos do Inter

A procura é tão grande pelos ingressos que até a cachorrada está assistindo os jogos de timinho da Beira-lago. Esta ai a foto que nao deixa mentir :


Mas isso não é novidade para os morangos que tem mais de 100.000 sócios, claro que esse número conta juntamente os cachorros sócios, papagaios sócios, jumentos sócios, etc... Abaixo fotos de um deles e a sua carteira:



Carnaval fora de época


Parabéns aos colorados.


Camp Noia: Um exemplo de segurança para o torcedor


Esse é o ídolo colorado

Fernandão fala pela primeira vez sobre saída do Inter e alerta: "Estrutura é defasada"

Fernandão fala pela primeira vez sobre saída do Inter e alerta: "Estrutura é defasada" Fernando Gomes/Agencia RBS

Fernandão decidiu falar. Estava em silêncio desde a saída do Inter, no ano passado, antes do Gre-Nal de encerramento do Olímpico. Desistiu da carreira de técnico de futebol. E também do projeto de ser diretor executivo. Ao menos por enquanto, essas duas funções estão engavetadas para o capitão do Mundial de 2006. O Inter de 2012 deixou marcas em Fernandão. Ele conheceu um outro lado da bola e não gostou do que viu. Mudou-se de Porto Alegre, levou a família para Goiânia, pretende iniciar uma faculdade, onde se tornou sócio da Planalto Indústria, uma empresa que monta caminhões de lixo, que recolhem contêineres de rua. Cada veículo é vendido a R$ 250 mil. Muitos são exportados para a Bolívia, Angola e Congo. Fernandão passará a viajar para prospectar novos negócios para a empresa, no Oriente Médio, Ásia e norte da África.
Fernandão está feliz. Nessa entrevista a ZH, Fernandão fala sobre a sua decepção no vestiário colorado no ano passado, revela que não teve apoio da direção ao cobrar os jogadores e faz um alerta ao Inter: a estrutura do clube parou no tempo. E isso pode cobrar o preço no futuro. A seguir, os principais trechos da entrevista de Fernandão.
Zero Hora – Você decidiu abandonar o futebol?
Fernandão
– Tenho 35 anos e quero fixar residência em algum lugar, ter uma vida normal. Não quero ter que deixar a minha família em uma cidade e ir morar em outra. Fui procurado por três clubes depois que deixei o Inter, mas nunca houve acerto. Não quero ficar carregando a minha família de um lado para o outro, quero ter uma vida normal, com finais de semana. Sempre sonhei em ter uma empresa e não podia ficar em casa 24 horas por dia. O futebol me deu tudo na vida, jamais deixarei o futebol, mas chega uma hora que cansa. Estou muito feliz agora.
ZH – Você se decepcionou como executivo e, depois, como treinador do Inter?
Fernandão
– No futebol, você faz uma reunião à noite , quando acorda, de manhã, tudo foi mudado. Não trabalho assim. Tentei fazer um Inter vencedor de novo e não consegui, não aconteceu. Coloquei a paixão à frente da razão, me tornei muito colorado e você não pode colocar a paixão antes da razão. Torço para dois clubes: Goiás e Inter. E não me arrependo de ter assumido o Inter.
ZH – A histórica coletiva após o 2 a 2 com o Sport (o Inter levou 2 a 0 no primeiro tempo), quando você cobrou o vestiário e disse que alguns jogadores estavam na “zona de conforto”, acabou te derrubando?
Fernandão
– Fiz aquilo porque queria reação. E não estava conseguindo. Acho que a minha demissão não começou a ser construída somente pela entrevista, mas pela falta de experiência. Você fala aquilo e espera ter suporte. No dia seguinte, eu errei.
ZH – Errou por quê?
Fernandão
– Porque deveria ter reunido a direção e a comissão técnica e dito que a situação mudaria ou que eu sairia. Mas errei por ser conciliador e amigo de todos. Não consigo guardar rancor e aquilo custou a minha cabeça. Agi como torcedor apaixonado, quando deveria ter agido mais como treinador. Não sei se houve boicote do vestiário. Acabei ficando e aceitando uma situação que não poderia ser aceita. Também sofremos muito com lesões, convocações, muitas vezes jogamos com os terceiros reservas, além de ter o estádio sendo quebrado. Parecia que jogávamos no Coliseu em determinados momentos.
ZH – Você pediu as saídas de D’Alessandro e de Bolívar?
Fernandão
– Nunca falei isso. E sobre Bolívar… Eu banquei o Bolívar no time, no lugar do Moledo. Fui contra a vontade de muita gente da diretoria. Bolívar estava bem e merecia ser titular. Mas, em algum momento, você muda. Sempre respeitei ele. Mas Bolívar já não queria mais ficar no Inter e estava negociando a saída com a direção. Falei na inocência (que o zagueiro deixaria o grupo para realizar treinos físicos), pois havíamos combinado antes: comigo, com Bolívar e com Luciano Davi (então vice de futebol) e Giovanni Luigi. Talvez eu tenha falado em um tom mais elevado, ele me questionou, mas havia sido algo combinado. No dia seguinte, acertei a minha saída (20 de novembro).
ZH – Você foi demitido a duas rodadas do final do Brasileirão. Houve rumores que você seria boicotado pelo vestiário na última rodada, o último Gre-Nal do Olímpico.
Fernandão
– Não sei se haveria boicote no Gre-Nal. Talvez a direção tenha escutado algo e tenha ficado com medo. Mas fiquei chateado com a demissão e com uma pulga atrás da orelha. Fui demitido a dois jogos do final e, nessas partidas, o Inter somou apenas um ponto. Me disseram que era a hora de mudar porque precisavam algo novo para o Gre-Nal. Sei que as coisas não tinham funcionado como eu esperava, mas, até a coletiva após o empate com o Sport, o nosso aproveitamento não era ruim. Essas coisas cansam.
ZH – Você tem acompanhado o Inter?
Fernandão
– Muito pouco. Estava de férias, vi alguns poucos jogos. O Inter tem time e técnico, chegará ao final do ano disputando o título, mas o clube seguirá sem estrutura.
ZH – Como assim?
Fernandão
– A parte estrutural do Inter é muito defasada. O vestiário é o mesmo de quando cheguei, em 2004. Cadê a evolução? O Inter não tem um CT de clube campeão do mundo, não evoluiu nesse ponto. Sempre disse isso: o Inter é cheio de puxadinhos. O CT é um puxadinho. É uma vergonha. Fizeram de uma sala de musculação o novo vestiário. Será que não tem R$ 15 milhões para investir em um CT? O Inter ganha títulos porque tem gente muito boa lá dentro. Gente como Élio Carravetta, Adriano Loss, Osmar, Gentil e todos os roupeiros. Luís Anápio Gomes foi um cara muito importante também. A mentalidade de muitos lá dentro precisa mudar. Você faz comparações lá dentro e escuta: “É, mas eles não são campeões de tudo como nós”. Pega um cara desses, que é vitalício lá e manda para a Europa, para conhecer a estrutura dos clubes. Mudar a cabeça. Por favor, quando você para de ter grandes conquistas, o caminho para voltar é bem mais longo. Olha o que está ocorrendo com o São Paulo. Título sem estrutura não deixa legado. Não há futuro sem estrutura. O Inter tem um potencial muito grande, revela muitos jogadores, tomara que seja suficiente. Mas, para trazer grandes jogadores, é preciso ter uma grande estrutura. Não adianta trazer o Messi e não ter estrutura.
ZH – Você pretende voltar ao Inter?
Fernandão
– Só como torcedor. Quero conhecer o novo Beira-Rio, me sentar na arquibancada e torcer. É isso.

Fonte: ZH

Explicado porque Inter não tomou gol

Pancada no abdômen tira Muriel do jogo contra o Salgueiro e Alisson será titular

Pancada no abdômen tira Muriel do jogo contra o Salgueiro e Alisson será titular Diego Vara/Agencia RBS

Uma pancada no abdômen sofrida no último treino de preparação do Inter para enfrentar o Salgueiro, pela Copa do Brasil, tirará o goleiro Muriel da partida. Alisson, seu irmão, será titular na partida que inicia às 19h30min, no Estádio do Vale.
O repórter Leonardo Acosta, da Rádio Gaúcha, informou o problema do goleiro no programa Hoje nos Esportes. Muriel foi titular do Inter em 35 dos 40 jogos disputados pelo clube na temporada 2013.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"Mexe comigo", diz Ronaldinho sobre o Grêmio

Em entrevista à revista Playboy deste mês, Ronaldinho disse que o Grêmio mexe com ele. "Tenho muito carinho pelo Grêmio, porque desde antes do meus 7 anos eu comecei a treinar lá e já entrava no Olímpico desde os 4, 5 anos. Conhecia desde quem limpava o estádio até o presidente, todo mundo. Deixei muita amizade lá. É um clube pelo qual eu tenho muito carinho, é o clube onde comecei, por quem torço, que eu gosto. Ver a camisa do Grêmio mexe comigo."

Sobre a possibilidade de jogar no Inter, ele disse que não acontecerá: "Por ser um grande adversário do Grêmio. O Grêmio é o meu time do coração desde pequeno."

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Joel e o Dunga


Meu pedaço do Olímpico


Torceram tanto pra ele na Libertadores.

Torceram tanto pra ele na Libertadores e agora ele pisa nos morangos. Da-lhe Victor gremista.

"Por mim Dunga estaria aposentado" diz, Marcius Melhem


 

O ator Marcius Melhem criticou o que considera ser um temperamento agressivo de Dunga e sugeriu que o técnico do Internacional deixasse a carreira esportiva. Em participação no ˜Redação SporTV˜, Melhem disse que o estilo explosivo do tetracampeão mundial representa um atentado ao espírito do esporte, baseado em conceitos como diversão e prazer. Além de ser capaz de educar e integrar as pessoas. - O que o Dunga pratica é outra coisa. Não acredito em você praticar o esporte sempre com raiva, crítica, veneno, rancor. O Dunga, como técnico, extrapola isso, até quando comemora. Quando dá entrevista, quer dar uma bronca em alguém. Ele agarra gandula. Para o bem do esporte, defendo que o Dunga seja banido do esporte - disse o ator. Dunga comemora com Willians o empate aos 48' (Foto: Reprodução/SporTV)Dunga comemora empate com o Botafogo de forma efusiva (Foto: Reprodução/SporTV) Como treinador, Dunga comandou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010, quando a equipe foi eliminado nas quartas de final pela Holanda, e atualmente está à frente do Internacional. As polêmicas por conta dos desentendimentos com jornalistas e o estilo agitado em campo foram mantidos no Colorado. No empate em 3 a 3 contra o Botafogo, na última quinta-feira, Dunga segurou um gandula pelo braço, acusando-o de estar retardando a reposição da bola. Melhem, no entanto, deixou claro que Dunga foi um grande jogador, capitão da equipe brasileira campeã do mundo em 1994. Mas o ator considerou que atuação do ex-jogador como treinador tem sido ruim. - Ele devia deixar o esporte em paz, para o bem dele também, antes que infarte. Como jogador, concordo que ele foi importante. Como técnico, é hediondo. Por mim, estava aposentado.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Mais um árbitro FIFA para o RS


Colinho colorido no GRENAL


Clique na foto para ampliar.

Briga GRE-NAL no Trensurb

GREMISTAS ACUSAM TORCEDORES DO INTER DE TEREM DEFECADO NAS CADEIRAS DA ARENA GRÊMIO

Corre pelas redes sociais relatos de gremistas dando conta de que torcedores do Inter defecaram nas cadeiras da Grêmio Arena no Gre-Nal desta tarde em Porto Alegre. Além de defecarem nas cadeiras (veja foto reproduzida de Twitter), muitos, segundo os mesmos relatos, acabaram pegando as fezes e esfregando-as nas paredes do estádio.
 
Se verdade, uma vergonha.
Cada dia que passa, cada vez que vejo vandalismos desse tipo, convenço-me de que jogos entre times grandes da mesma cidade têm que ter apenas uma torcida. Defendi essa tese pela primeira vez na Rádio Bandeirantes de São Paulo no começo dos anos 2000. Recebi várias cartas de ouvintes me censurando. Já se passaram cerca de 13 anos e nesse tempo todo nada me fez mudar de opinião.
E não me venham com essa de que a polícia deveria cumprir seu papel e evitar esse e outros vandalismos. Gente civilizada não precisa de tutor. Gente civilizada sabe distinguir o certo do errado. Gente civilizada sabe viver em sociedade. Gente civilizada não c*&%$# fora do banheiro.
Essa gente não sabe e nem pode viver em sociedade. Quanto mais cerceados eles forem, melhor para todos nós. Uma vergonha. 

Fonte: Terra

Sempre chorando pela arbitragem...


DVD Eterno Choro Vol II

À venda no site colorado.
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