terça-feira, 28 de janeiro de 2014

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

AG: A verdadeira dona do Beira-LONA

Publicado no  Imortal Tricolor 

 Mentira: braços longos e pernas curtas

Nada como o tempo e o seu efeito de clareamento sobre as coisas. Passaram-se os meses e, finalmente, poderemos saber um pouco mais sobre o misterioso negócio celebrado entre o pessoal do aterro e a empreiteira Andrade Gutierrez. Fizemos esta pesquisa por dois motivos: 1) porque a imprensa esportiva gaúcha não tem "interesse" em fazer; 2) porque o pessoal da lona está muito excitado, falando para os vizinhos que o "novo" estádio é deles, que eles sim são ricos e patati patatá. É preciso restabelecer algumas verdades.

Mas, vamos com calma, porque há muitas informações interessantes para compartilhar.
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Capítulo 1: Os braços longos

Durante os últimos meses, foi feito um árduo trabalho para falsear a verdade no que diz respeito aos termos do "negócio Beira-Rio". Na carona, críticas cerradas e sistemáticas à Arena do Grêmio. Isso disseminou-se em manifestações de profissionais de boa fé ou engajados, como pode-se ver abaixo.


 Clique na imagem para acessar o original.




No site oficial do clube, a verdade é mostrada pela metade.


Em manifestações públicas de dirigentes, o discurso ensaiado e a mentira repetida a la Goebbels. Exemplos podem ser lidos aqui e aqui.

Esta é uma amostra pequena diante da enxurrada que lemos e ouvimos mês após mês. Nos jornais, nas rádios e tevês e nas mídias, não houve dia em que eles não foram exaltados e o Grêmio diminuído em função dos negócios dos estádios.
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Capítulo 2: As pernas curtas

O trabalho de investigação que é publicado abaixo, apoiado em documentos irrefutáveis, tem o intuito de trazer a público fatos reais que têm sido escamoteados, ocultados, falseados, por uma ação de comunicação orquestrada e avassaladora. Os documentos mostrados não podem ser desmentidos. O que o leitor vai ler é a verdade oficial, porque provada com documentos que têm fé pública. O rei está nu e cru.

Quem é quem nesse negócio

1. O timinho: conhecido por demais pela arrogância e pela pretensão de ser melhor em tudo. Dispensa maiores apresentações, pois já existe há 7 anos. Nos documentos, é citado como "Proprietário".
2. A Andrade Gutierrez, ou AGuma conhecida empreiteira de obras que teria aceito, segundo a imprensa, um péssimo contrato, curvando-se à habilidade negocial do presidente Luigi. É de fato e principalmente de direito, como será demonstrado abaixo, quem vai dar as cartas no Aterro pelos próximos 20 anos, por meio da sua controlada
3. A Brio, a "Superficiária": é a subsidiária criada pela AG para administrar o estádio. Mais que isso, hoje e pelos próximos 20 anos, é sua proprietária, como também será comprovado abaixo.
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Conhecendo a "Superficiária-camaleão"

A "Superficiária" do Beira-rio (versão Phipha da Arena Porto Alegrense) é uma espécie mutante e movediça. Nasceu em Belo Horizonte, onde tem os amigos mais íntimos. É de lá o endereço que faz constar em contratos. Mas também pode ser apresentada como moradora do Shopping Praia de Belas ou do bairro Independência, em Porto Alegre. Na verdade, é uma empresa com DNA de camaleão: nasceu em fevereiro de 2010 como SMGA Participações S/A. Em setembro do mesmo ano, travestiu-se de Pumari Participações S/A. Finalmente, para atender um negócio de ocasião, em março de 2012, trocou o nome para SPE Holding Beira-Rio S/A (Brio, para os íntimos). É com esta alcunha que vai fazer a exploração comercial do "novo" Beira Rio. Mais informações sobre a empresa podem ser obtidas no link das demonstrações financeiras daqui.

Mas, de quem é a SPE Holding Beira-Rio? A SPE Holding Beira-Rio é 100% da AG, a Empreiteira. Vejam informações sobre a propriedade da empresa na imagem abaixo, retirada do link acima.


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Sobre o Direito de Superfície

Para entender os negócios realizados, é preciso discorrer, ainda que rapidamente e sem a profundidade que nos isentaria da crítica dos advogados, sobre o conceito de "Direito real de superfície" (DRS).

O direito de superfície é o direito que uma pessoa física ou jurídica adquire sobre coisa alheia e tem por principal característica o poder explorar economicamente o bem objeto da transação. Tem como efeito destacar a propriedade do solo da propriedade da superfície. Tudo o que for existente e construído na superfície durante a vigência do DRS, pertence ao proprietário superficiário.

O direito de superfície não se confunde com o arrendamento. Aquele é uma relação de direito real, enquanto o arrendamento é uma relação de direito obrigacional. O arrendatário não é dono da coisa arrendada, enquanto o superficiário é dono da propriedade superficiária.

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Pai, o Beira-Rio é deles e a Arena não é nossa?

Calma filho! O teu tio co-côlorado que falou isso está muito excitado. Um e outro negócio tem exatamente o mesmo mecanismo. A Arena Porto Alegrense é a superficiária da Arena do Grêmio e a SPE Holding Beira-Rio (ou Brio) é a superficiária do estádio reformado. Se eles dizem que a Arena não é do Grêmio, não podem dizer, sem que estejam mentindo, que o remendado é deles.

Vejam nos documentos abaixo que foi constituído direito real de superfície sobre o estádio e também sobre o edifício garagem. O mesmíssimo mecanismo da Arena. Só depois de ficar tudo prontinho, no padrão Phipha, e a obra, finalmente, estiver pronta para a Copa das Confederações a Copa do Mundo, começa a contar o prazo de 20 anos para eles receberem o estádio e o edifício garagem de volta.

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Então, pai, a Brio é dona do Remendão?

É e não é, filho. Já não é tão dona, por um detalhezinho. Para a AG ter dinheiro e conseguir comprar as lonas e os materiais para fazer o puxadinho, a Brio cedeu os direitos sobre o estádio e o edifício garagem para três bancos: BNDES, Banco do Brasil e Banrisul. Isso está tudo registrado no R.22 da matrícula do imóvel.




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Mais detalhes do negócio

Além da matrícula do imóvel, o blog obteve outro documento importante: a escritura que descreve a entrega do estádio e do edifício garagem para a Brio. Vejam, abaixo, algumas informações adicionais.
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1) O documento: a "Escritura Pública de Constituição de Direito Real de Superfície e Outras Avenças" foi firmada entre o timinho e a Brio, em 19/03/2012. Nela estão registrados vários detalhes do negócio e, juntamente com a matrícula postada acima, esclarece aspectos nunca divulgados pela imprensa, por simples desinteresse em pesquisar assuntos relativos a este negócio. Talvez seja mais um caso de "respeito ao clube". Como se vê, pelo critério de propriedade que eles usam para a nossa Arena, o "jovem" Beira-Rio não é mais deles há bastante tempo: desde 19/03/2012 é da Brio, que é 100% da AG e que cedeu os direito de exploração para três bancos.


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2) O passado condena: a doação do terreno pela Prefeitura está registrada também neste documento. Mamando nas tetas gordas dos governos desde sempre.



3) E as receitas vão para... Belo Horizonte: O acordo firmado para a reforma do aterro estabelece que muitas receitas geradas no estádio irão para Belo Horizonte, cidade sede da Brio e da AG, para nunca mais serem vistas. A informação do site oficial, mostrada acima no Capítulo 2, "Braços longos", não esclarece isso. Pelo contrário, tenta confundir, não particularizando as receitas perdidas. Senão, vejamos. São cedidos a "Superficiária" (leia-se Brio) os direitos de exploração comercial (entenda-se as receitas) relativos a eventos, às áreas das lojas, suítes, Cadeiras VIP, publicidade, Naming Rights, Sector Rights, serviços de catering (alimentação) e do edifício garagem. A escritura também é clara sobre quem administra o estádio (vejam referência clara à realização de eventos). Quando se disse que as receitas dos naming rights não são deles? E as do aluguel das lojas de alimentaçao (catering)? E do edifício garagem e etc?




4) Para que não restem dúvidas: o documento pisa e repisa, que o direito de superfície carrega consigo os direitos de exploração comercial e que estes são da Brio e de ninguém mais.







5) Nada a reclamar (e nem a receber): ao contrário do Grêmio (que receberá 65% do lucro obtido pela Arena Porto Alegrense), os brilhantes negociadores nada receberão dos lucros obtidos pela Brio durante 20 longos anos.



6) Dúvidas são tratadas em SP: Quem não ouviu alguém dizer que, no contrato do Grêmio, até as discussões teriam forum fora do RS? O contrato deles é igual. Os litígios são tratados pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá.

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Capítulo 3: Palavra final

Então é isto, caros leitores. Esperamos ter contribuído para acabar com esta fantasia plantada dia e noite ao longo dos últimos meses. Plantada pela direção do timinho e regada abundantemente por setores engajados ou distraídos da imprensa gaúcha. Nas mais diversas mídias, se repetiu à náusea que eles tem um estádio moderno que é deles.

A verdade verdadeira é que a Arena e Beira-Rio são negócios idênticos no que tange à propriedade dos estádios: ambos contemplam a cessão do direito de superfície. Nada há que nos diferencie neste ponto. Os dois clubes só poderão considerar-se donos ao término dos contratos. Mas há, sim diferenças fundamentais nos dois negócios:
  1. A Arena do Grêmio é um estádio novo e o mais moderno do Brasil. O Beira-Rio é uma reforma bem meia boca.
  2. O direito de superfície dos morangos é irretratável e irrevogável. Se quiserem sair desta antes de completar 20 anos, só com a concordância da AG/Brio. Já o contrato do Grêmio com a OAS dá o direito ao tricolor de opção unilateral de resgatar o direito de superfície antes dos 20 anos.
  3. Ao contrário do propalado aos quatro ventos, a proprietária do remendão do aterro hoje é a Brio, que alienou a propriedade para três bancos. É ela quem deixa, ou não, os sócios entrarem.
  4. Além disto, por força da chamada "alienação fiduciária do DRS" aos bancos, todo o remendão, e respectivos frutos (direito de exploração comercial, inclusive dos setores destinados aos sócios morangos) garantem os financiamentos bancários. Em tese, se houver inadimplemento e essa garantia for executada, o timinho terá que pagar para os sócios, incluindo cachorros, entrarem no estádio nos dias de jogos. É bom pararem de dizer que o negócio foi péssimo para a Brio e torcerem pra que dê certo.
  5. Last but not least, muito antes pelo contrário, o Grêmio levará para casa parte majoritária dos lucros auferidos pela nossa superficiária, os 65 % previstos em contrato. Enquanto isso, do lucro obtido pela Brio, o pessoal da lona não verá sequer o rastro.
Tudo diferente do que está escrito acima, que você lê, ouve ou enxerga na tv é fruto, de um lado da arrogância de dirigentes despreparados e com claros sintomas de complexo de inferioridade, e de outro da subserviência e cumplicidade de jornalistas mais interessados, por qualquer razão que seja, em defender interesses de instituições do que em estabelecer a verdade. Ou, o que é um pouco menos grave, de jornalistas preguiçosos que não lançam mão da investigação como instrumento de trabalho e passam a vida repetindo o que recebem como prato pronto.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

"Quando chega uma lona nova, o palhaço fica excitado"

 

A declaração do presidente colorado Giovanni Luigi não passou em branco pelo lado tricolor. Depois de Luigi alfinetar a relação do rival com a Arena, o vice-presidente gremista Nestor Hein respondeu, em entrevista a Zero Hora, também em tom provocativo.
— Nós, da direção do Grêmio, não nos pronunciamos sobre questões ligadas ao Internacional, porque é um clube respeitável, que não merece provocações baratas, que ficam para mesa de boteco. Mas o presidente do Internacional está sendo imprudente. É um clube que já foi para a segunda divisão por não pagar contas. Há um mês, pediu suplementação orçamentária e retirou porque nem os conselheiros concordaram. O palhaço Bozo e o Orlando Orfei ficam excitados quando chega uma lona nova. Quando chega uma lona nova, o palhaço fica excitado. A ociosidade é irmã da leviandade. Como o presidente do Internacional disputa apenas um título regional, ele tem tempo para fazer gracinha. Mas nem a torcida do Inter merece isso.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

AG: A melhor parceira do MUNDO. R$ 7.000.000,00 a menos em caixa.

Piso do entorno do Beira-Rio será de asfalto e "sem muitos requintes", afirma Giovanni Luigi
Inter vai bancar sozinho o investimento na urbanização da parte interna do estádio, um custo que pode chegar a R$ 7 milhões

Piso do entorno do Beira-Rio será de asfalto e "sem muitos requintes", afirma Giovanni Luigi Diego Vara/Agencia RBS

Enfim, o último impasse envolvendo a reforma do estádio Beira-Rio tem uma definição. Acossado pelos prazos de reinauguração do Beira-Rio e de entrega do complexo para a Fifa, o Inter vai bancar sozinho um projeto simplificado do piso da área privada do entorno do estádio, e tentar reduzir um orçamento de R$ 7 milhões.
O presidente Giovanni Luigi decidiu abrir mão do plano inicial, elaborado pelo clube, que previa paisagismo e um material mais sofisticado. A opção será por asfalto ao redor do palco de cinco jogos do Mundial.
— Estamos trabalhando em uma alteração substancial no projeto, que previa flores, arbustos e grama. Vamos fazer uma drenagem bem feita, colocar asfalto e iluminação — resume Luigi.
O presidente colorado confirma que o piso será semelhante ao que existia antes da reforma, mas ressalta a importância do novo sistema de drenagem e a diferença da iluminação (provavelmente feita por postes de luz), que não existia anteriormente. O novo projeto tem custo de cerca de R$ 7 milhões, mas o clube trabalha para tentar baixar um pouco o valor. O projeto anterior sairia ainda mais caro.
— É custo e tempo — afirma o presidente, justificado a decisão.
Luigi não afasta a possibilidade de que, no futuro, o entorno possa ganhar alguns itens previstos inicialmente, como arborização e paisagismo:
— Será um piso de boa qualidade, sem muitos requintes. Mas, ao mesmo tempo, valorizará o estádio.
Ainda não está definida a empresa que tocará a obra — o certo é que não será a Andrade Gutierrez, responsável pela reforma. A construtora deve desocupar o pátio do estádio dentro de 15 dias, mas a previsão é de que o trabalho no piso comece no meio de fevereiro e se estenda durante 45 a 60 dias. O prazo é apertado, considerando que a festa de reinauguração e o amistoso oficial de reabertura do Beira-Rio ocorrem em 5 e 6 de abril.
Após conseguir que o governo federal bancasse a construção do piso em dois terços do entorno — nas áreas da prefeitura cedidas ao clube —, o Inter tentou uma parceria com a Brio (empresa criada para administrar os novos espaços do estádio) para dividir os custos da área privada, mas o acerto não ocorreu.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Bomba, Bomba ! Inter disputará a RECOPA este ano !


Scocco foi o pior investimento do Inter das últimas décadas

Cada vez que os dirigentes olham para Ignacio Scocco, com camisa de jogo ou de treino, observam um investimento de quase R$ 15 milhões. Mesmo com dor no bolso, o Inter decidiu afastar o jogador nesta sexta-feira.
Scocco deixará o clube. A direção acertou. Precisa começar 2014 com a mão firme, controlar o vestiário e oferecer uma resposta ao jogador rebelde.
 Buscar R$ 15 milhões na revenda de um jogador é uma tarefa para poucos, digna de especialistas. O futebol argentino, por exemplo, não conta nem com R$ 5 milhões para repatriar qualquer jogador.
Na Argentina, todos estranham a atitude do atacante. Scocco, 28 anos, sempre foi um atleta exemplar, nunca fugiu do controle disciplinar dos clubes. Ele atuou no México, na Grécia e no Oriente Médio.
Ao não se adaptar ao Inter, ao Beira-Rio, ao dia a dia da Capital, Scocco forçou a sua saída do clube. Disse que não estava motivado para jogar no Brasil. A falta de motivação do jogador era notada desde o final do ano passado. Ele não está nem aí com a fortuna que o clube investiu na sua contratação no ano passado. 
Sua performance de vermelho foi ridícula. Scocco foi uma das piores apostas do Inter nos últimos tempos. Ele fez 21 jogos e quatro gols em seis meses. É uma performance ridícula para quem foi um dos destaques da Libertadores 2013.

cocos

De saída


Se fue... Quer jogar em um time grande...

Scocco está fora dos planos do Inter e deve ser negociado com o futebol europeu. Jogador não permanecerá no Inter em 2014

Scocco está fora dos planos do Inter e deve ser negociado com o futebol europeu Mauro Vieira/Agencia RBS

Scocco está fora do Inter. O jogador será negociado pois "não se sente na adrenalina" do futebol brasileiro. Ainda não há um destino definido, mas é certo que ele não vai jogar no Brasil, nem na Argentina. Ao que tudo indica, o vice-artilheiro da Libertadores do ano passado defenderá um clube europeu.
O Sunderland, da Inglaterra, tem interesse. O Inter espera tirar ao menos US$ 8 milhões numa eventual negociação, valor investido para contratá-lo junto ao Newell's Old Boys.
O técnico Abel Braga já sabe que não contará com o argentino. Na conversa desta quinta-feira com o vice de futebol Marcelo Medeiros, ficou acertado que Scocco será negociado.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Genialidades do Beira-LONA.

 Nem abriu e vai ter que se adaptar porque queria dar banho de chuva aos cadeirantes... Lamentável...


Em ranking mundial, Grêmio aparece como segundo melhor brasileiro de 2013

Tricolor ficou em 31°, atrás do Atlético-MG; Inter é o 188° (só de binóculo para ennxergar)


Em ranking mundial, Grêmio aparece como segundo melhor brasileiro de 2013 Ricardo Duarte/Agencia RBS
 
 
 A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS, na sigla em inglês) divulgou o ranking dos melhores times de 2013. Campeão da Liga dos Campeões e do Mundial de Clubes, o Bayern de Munique aparece em primeiro lugar, seguido por Real Madrid, Chelsea, Atlético de Madrid e Barcelona.
O melhor brasileiro — e sul-americano —  na lista é o Atlético-MG, campeão da Libertadores, em oitavo lugar. O Grêmio aparece na 31ª posição, o segundo melhor time do Brasil. O Inter é o 188°.

Top 10 mundial:
1. Bayern de Munique (Alemanha) 370 pontos
2. Real Madrid (Espanha) 290
3. Chelsea (Inglaterra) 273
4. Atlético de Madrid (Espanha) 251
5. Barcelona (Espanha) 247
6. Paris Saint-Germain (França) 240
7. Basel (Suíça) 239
8. Atlético-MG (Brasil) 238
9. Tottenham (Inglaterra) 238
10. Benfica (Portugal) 232

Os melhores brasileiros:
8. Atlético-MG 238 pontos
31. Grêmio 182
41. Corinthians Paulista 168
50. São Paulo 163
69. Fluminense 145
105. Ponte Preta 122
105. Atlético-PR 122
123. Flamengo 116
131. Cruzeiro 112
152. Goiás 104
155. Bahia 102
165. Botafogo 100
171. Vitória 98
188. Internacional 92

Alan Ruiz, pretendido pelo Grêmio

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