sexta-feira, 26 de maio de 2017

Dentre os 12 grandes, confira qual tem o melhor desempenho contra europeus na história

Vale lembrar que o critério usado para “melhor desempenho” pela Placar é a média de cada time, e não o número de jogos ou vitórias. Portanto, mesmo os clubes que têm muitas partidas e vitórias, como Vasco e Flamengo, podem ficar entre os últimos.

12. Vasco
O Cruzmaltino é brasileiro com mais jogos contra europeus - foram 237 partidas. Em 2000, o clube da Colina venceu o Manchester United por 3 a 1 no Maracanã, com direito a show de Edmundo e Romário.
237 jogos
114 vitórias
48 empates
75 derrotas
54,9% de aproveitamento


11. Internacional
O Colorado, campeão mundial em 2006, quando venceu o Barcelona, fez apenas 66 jogos contra europeus. Dentre os 12, é o que menos jogou, mas também o que menos perdeu.
66 jogos
29 vitórias
24 empates
13 derrotas
56,1% de aproveitamento


10. Flamengo
O Rubro-Negro tem 218 jogos contra os clubes do Velho Continente, atrás somente do Vasco. O clube foi campeão do Mundial em 1981, quando venceu o Liverpool por 3 a 0.
218 jogos
108 vitórias
46 empates
64 derrotas
56,8% de aproveitamento


9. Santos
O Santos realizou 189 partidas contra europeus e, com Pelé, foi bicampeão mundial contra Milan e Benfica nos anos 60.
189 jogos
114 vitórias
33 empates
42 derrotas
57,7% de aproveitamento


8. Botafogo
Com 164 jogos contra europeus, o Alvinegro é um dos brasileiros que mais jogou contra europeus. O clube chegou a enfrentar o Barcelona oito vezes.
164 jogos
82 vitórias
38 empates
44 derrotas
57,7% de aproveitamento


7. Atlético-MG
O Galo jogou 98 vezes contra europeus e, pela grande campanha feita em 1950, quando foi convidado para representar o Brasil no exterior, ganhou o título de "Campeão do Gelo".
98 jogos
49 vitórias
26 empates
23 derrotas
58,8% de aproveitamento


6. Cruzeiro
Com 73 jogos contra europeus, o Cruzeiro chegou a participar de dois Mundiais de Clubes, uma delas contra o Bayern München.
73 jogos
40 vitórias
14 empates
19 derrotas
61,2% de aproveitamento


5. Palmeiras
O Palmeiras tem 103 jogos contra europeus e alguns resultados de peso. O clube venceu a Copa Rio de 1951, contra a Juventus, e não perdeu para o Barcelona nos três jogos disputados, com duas vitórias e um empate.
103 jogos
56 vitórias
25 empates
22 derrotas
62,5% de aproveitamento


4. São Paulo
O Tricolor, tricampeão mundial, disputou 95 jogos contra clubes do Velho Continente. No Mundial mais recente, em 2005, o time foi campeão ao vencer o Liverpool no Japão.
95 jogos
53 vitórias
20 empates
22 derrotas
62,8% de aproveitamento


3. Corinthians
Bicampeão mundial, o Alvinegro tem 84 partidas contra europeus e um bom desempenho na conta. Em 2012, o clube venceu o Chelsea e levantou o caneco do Mundial de Clubes no Japão.
84 jogos
49 vitórias
16 empates
19 derrotas
64,7% de aproveitamento


2. Fluminense
O tricolor carioca fez 143 jogos contra equipes do Velho Continente, e tem em sua história vitórias como o 2 x 0 sobre o Real Madrid na final do Troféu Teresa Herrera, em 1985.
143 jogos
84 vitórias
30 empates
29 derrotas
65,7% de aproveitamento


1. Grêmio
O Imortal é o brasileiro com maior média contra europeus. Campeão mundial de 1983, o clube tem 84 jogos e 49 vitórias em partidas contra equipes do Velho Continente.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Cadê o 24° colocado? Sacanagem não mostrarem a segunda página.


Quiz da rodada!

Qual o time da Série B que empatou com o Inter no Bêra: 
A) A 
B) B
C) C
D) Todas alternativas anteriores

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Confirmada a queda!

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@diego_giroldi


As finanças do Internacional: endividado e gastador, o clube colorado está em apuros

Quando as vendas de jogadores caíram, ficou um buraco no orçamento. O clube gaúcho, agora com Marcelo Medeiros no comando, gasta e deve muito mais do que arrecada


“O nosso compromisso, além de recolocar o Inter de volta à elite do futebol brasileiro, é que o presidente que venha a assumir em 2019 não encontre o cenário que encontramos.” A ambição da nova direção do Internacional, expressa nessa frase do presidente, Marcelo Medeiros, parece modesta para um clube que nos últimos dez anos foi reconhecido nacionalmente pela boa gestão e abusou de slogans como o “Campeão de tudo”. Mas não é. O legado dos antecessores, Vitorio Piffero e Giovanni Luigi, é problemático.

O clube gaúcho opera acima de sua capacidade financeira há anos. A receita recorrente foi de R$ 212 milhões em 2016 – aí contam os direitos de transmissão, os patrocínios, os sócios-torcedores, quase tudo, mas não as transferências de atletas, uma receita que não se deve contar. Já a despesa operacional, antes de considerar juros, bateu em R$ 278 milhões. A diferença negativa entre o que entra e o que sai do caixa é persistente. A conta não fechou nenhuma vez nem com Piffero, entre 2015 e 2016, nem com Giovanni Luigi, entre 2011 e 2014, apenas para citar os presidentes mais recentes.

O Internacional se acostumou a fechar essa conta com a venda de jogadores. O retrospecto, de fato, é muito positivo. A equipe chegou a faturar R$ 100 milhões líquidos em 2014, metade de toda a arrecadação que conseguiu naquele ano. O problema foi contar com isso para equilibrar as finanças. Quando a performance do departamento de futebol no comércio de jogadores caiu, na gestão de Piffero, o orçamento estourou de vez. Em 2016, o clube negociou quase R$ 20 milhões, mas, descontados os repasses para empresários que detinham partes dos direitos econômicos dos atletas, o Inter recebeu apenas R$ 14 milhões. Um décimo de dois anos antes.

Duas medidas foram tomadas por Piffero para solucionar o quadro em seu biênio. Primeiro passou a tomar mais empréstimos bancários. Os débitos com instituições financeiras dobraram de R$ 29 milhões em 2013 para R$ 62 milhões em 2016. O problema disso é que banco cobra juro, e aí as despesas financeiras, que não entraram naquele cálculo operacional do parágrafo anterior, dobraram junto. A segunda atitude foi negociar antecipadamente os direitos de transmissão de 2021 a 2024 com a TV Globo e os de 2019 e 2020, apenas para a TV fechada, com o Esporte Interativo. Isso rendeu ao clube R$ 61 milhões em luvas no decorrer de 2016 e deu um alívio.

Outro movimento aconteceu nas contas do Internacional. Entre 2014 e 2016 os gastos com salários e remunerações de atletas, essenciais para conseguir resultados em campo, caíram de R$ 132 milhões para R$ 119 milhões. A folha salarial colorada, que estava entre as quatro maiores do país e explicava em boa parte por que o time era favorito nas competições que jogava, passou a ser a sétima do país. Mas as despesas como um todo não foram reduzidas. Pelo contrário. O Beira-Rio foi reformado para a Copa do Mundo de 2014 e, embora não tenha endividado o time, aumentou gastos administrativos, que foram de R$ 108 milhões para R$ 133 milhões. O custo com patrimônio, óbvio, é importante. Mas a inversão nas despesas afeta o futebol.

A soma de todos esses problemas é o que faz agora o novo presidente se queixar da situação que encontra. O orçamento colorado para 2017 conta com receitas na casa dos R$ 250 milhões, sem considerar vendas de atletas, e despesas em torno de R$ 310 milhões. Para piorar, há R$ 155 milhões em dívidas de curto prazo, que vencem no decorrer de 2017. Medeiros não tem mais o recurso das luvas por novos contratos de TV – Piffero queimou o cartucho e mesmo assim fechou 2016 com déficit. Na Série B, há uma real probabilidade de que algumas receitas, sobretudo com sócios e estádio, caiam. Quanto às dívidas, resta ao novo presidente renegociá-las, pagá-las com novos empréstimos ou dar calote. Não há dúvida de que o Internacional, outrora habituado a slogans campeões, enfrentará em 2017 a temporada mais desafiadora de sua história recente.

RODRIGO CAPELO
17/05/2017 - 12h30 -
Revista ÉPOCA

terça-feira, 16 de maio de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

FIFA acaba de atualizar o ranking dos melhores times do mundo e pasmem: o INTER está entre os QUINZE!!!


Só uma dupla pode para o CR7


Segundo dados, Marcelo Grohe está entre os melhores goleiros mundo

Segundo dados, Marcelo Grohe está entre os melhores goleiros mundo



Após examinarmos três dos maiores atacantes do mundo, decidimos ir ao outro extremo do campo: os goleiros. Rodamos mais uma batelada de dados para responder quem é o melhor do planeta na posição.

Utilizamos novamente os dados coletados pela Opta, parceira da ESPN. Para deixarmos as análises mais atuais, consideramos todas as competições oficiais de clubes e seleções (excluindo amistosos) a partir de 2013. Ao todo, olhamos mais de 7.000 jogadores e 100.000 jogos, porém fizemos um corte para goleiros que atuaram mais de 100 vezes no período, e ficamos com um total de 118 atletas.

As estatísticas analisadas incluíram quantidade de passes dados, percentual de passes corretos, distância média dos passes, rebatidas e erros em cruzamentos, finalizações sofridas totais, de pênalti, em situações de 1 contra 1 e, por fim, finalizações sofridas para diversas distâncias específicas. Em todos os rankings, apresentamos as estatísticas dos 3 melhores goleiros, bem como a média dos 118 atletas.

1 - SAÍDA DE BOLA

O goleiro é hoje parte fundamental do esquema de jogo de muitos times, e o gatilho para essa "promoção" foi a proibição, em 1993, de se pegar com a mão uma bola vinda de recuo. Os arqueiros passaram a treinar o manejo com os pés, e técnicos viram que ele poderia ser um jogador a mais na saída de bola.

Para esta análise, coletamos o total de passes de cada goleiro, a porcentagem de acerto e a distância média de seus passes. Abaixo, temos o ranking dos três passadores mais acurados de nosso grupo:



Temos aqui que três dos goleiros considerados entre os melhores do mundo são os passadores mais exímios, com acerto acima de 80% de seus passes, enquanto a média dos goleiros de nossa amostra é de pouco mais de 60%.

Vale destacar nesta estatística, porém, que o estilo de jogo do time é fundamental: em muito times, a tática de saída de bola da defesa é um chutão na direção do meio de campo, muitas vezes dado pelo goleiro. Quando olhamos para a distância média dos passes destes três goleiros, todos se situam pouco acima de 30 metros (um passe até a intermediária do campo de defesa), enquanto a média de nossa amostra é de 44 metros (um chutão até quase o meio de campo). Como curiosidade, o dinamarquês Kasper Schmeichel, goleiro do Leicester (e filho do grande Pete Schmeichel), acerta apenas 45% de seus passes, mas a distância média dos mesmos é de 55 metros!

2 - INTERCEPTANDO CRUZAMENTOS

O segundo quesito que analisamos foi em relação ao quão bem os goleiros interceptam cruzamentos. Neste quesito analisamos duas estatísticas, sendo que a primeira se refere ao percentual de cruzamentos que o goleiro rebate:



Jonas Lössl, do Mainz, seguido de Stegen, do Barcelona, e de Trapp, do Paris Saint Germain, são os líderes do famoso "sai que é minha!", rebatendo mais de 10% dos cruzamentos enfrentados, enquanto a média dos goleiros é de pouco mais de 6,5%.

Pior que não sair do gol é sair para "caçar borboleta" - jogada que quase sempre resulta em coisa ruim para seu time. Porém, aquele que não sai do gol, não erra... O que fizemos, então, foi calcular o número de erros na saída em relação ao número de saídas corretas:



Note que, quanto menor o número, melhor a performance. Temos aqui o hoje treinador Rogério Ceni (que se aposentou em 2015), e o vovô Fernando Prass, entre os melhores goleiros do mundo na saída do gol! O primeiro colocado é Jonathan Orozco, do Monterrey, do México.

Mesclando esta estatística com a anterior, que levou em conta a quantidade de rebatidas, temos que Jonas Lössl, do Mainz, é o melhor goleiro do mundo defendendo cruzamentos - além de ser o que mais sai do gol, erra pouquíssimo (ficou em quarto lugar no ranking dos que menos erram).

3 - DEFENDENDO PÊNALTIS

A velha máxima diz que goleiro não pega pênalti, é o atacante que erra... Mas não é isso que os números dizem.

Analisando um banco de dados mais amplo da Opta (que volta até a Copa do Mundo de 1966), calculamos o que acontece historicamente em cobranças de pênaltis: temos que em média 75,8% das cobranças resultam em gol, 17,9% em defesa do goleiro, e 6,3% vão para fora.

Desta maneira, se o goleiro não tivesse papel nenhum ao defender o pênalti, dado um número grande de cobranças sofridas, esperaríamos que nenhum goleiro defendesse muito mais que 20% das cobranças, mas não foi isso que encontramos.

Abaixo, temos a % de pênaltis defendidos dos goleiros analisados. Ressaltamos que as estatísticas disponíveis se referem apenas a eventos de jogo, não entrando assim decisões em cobranças de pênaltis.



Jan Oblak, do Atlético de Madrid, defendeu 4 de 9 pênaltis de nossa amostra (que se iniciou em 2013, lembre-se), correspondendo a impressionantes 44,4% de defesas. Mais impressionante ainda é o desemprenho do segundo colocado, o chamado "paredão brasileiro" Diego Alves, que apesar de percentualmente estar um pouco abaixo de Oblak, enfrentou um número muito maior de pênaltis no período (40), defendendo impressionantes 17 vezes. Em terceiro, temos Danijel Subaši?, do Mônaco.

4 - DEFENDENDO CARA A CARA

Uma das estatísticas coletadas pela Opta captura um dos lances mais dramáticos de um jogo: quando o atacante sai cara a cara com o goleiro. Em nossas análises, em pouco mais de 40% das vezes o resultado neste tipo de lance é o gol, e uma defesa do goleiro aqui geralmente muda o rumo de um jogo (defesas ocorrem em cerca de 40% das finalizações, e outros 20% vão para fora).

Vale notar que optamos por incluir aqui apenas as defesas - porém poderia ser argumentado que a maneira de o goleiro sair do gol influencia diretamente quando ocorre um chute para fora, que deveria então ser incluído na estatística. Vamos, então, para o ranking:







Temos aqui que Oblak não é apenas o goleiro que toma menos gols por jogo, mas aquele também que toma menos gols a cada chute do adversário (considerando tanto finalizações totais como finalizações corretas). O destaque aqui é o gremista Marcelo Grohe, que aparece em segundo lugar em ambas as estatísticas.

Mas ainda é possível fazermos mais um refinamento. Trazemos aqui um conceito apresentado em nosso primeiro artigo, o de gols esperados. Em sua base de dados, a Opta diferencia todos os tipos de finalizações feitas - se foram de cabeça, de pênalti, a 10 ou 35 metros do gol. Além disso, ela compila o resultado da finalização, se foi gol ou não. Com isso, consegue calcular a quantidade de gols esperados que um goleiro deveria sofrer, bastando considerar os valores esperados de gol para cada finalização que sofreu.

Quando comparamos os gols que se esperaria que um goleiro sofresse com aqueles que realmente sofreu, temos o quanto, de fato, o goleiro acrescentou (ou subtraiu) ao seu time. Por exemplo: se um goleiro sofreu 20 gols em uma temporada, mas se esperaria que sofresse 25 gols, dadas as finalizações que enfrentou, ele foi responsável em evitar 5 gols em relação à média; neste mesmo caso, se tivesse sofrido 35 gols, ele tomou 10 gols a mais que o esperado. 

Diferenças


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