sexta-feira, 15 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Toma, Marcelos Hermes Trouxão!


Benfica deixa brasileiro no time B e pretende negociá-lo em janeiro

Três jogadores não tem sido aproveitados pelo técnico Rui Vitória e esperam uma nova oportunidade na próxima janela de transferências

Nesta segunda-feira (11 de setembro), o Benfica realizou um treino aberto, segundo o jornal português A Bola. A imprensa europeia repercute que após observações, três jogadores estariam integrando o grupo B da equipe.

Ola John, Macelo Hermes e Pedro Pereira não encontraram espaço no time do técnico Rui Vitória. Os jogadores terão que esperar até janeiro para uma possível transferência na próxima janela do mercado.

O lateral brasileiro Marcelo Hermes chegou ao clube ano passado após se transferir do Grêmio para Portugal. Junto do atacante Ola John e do lateral direito Pedro Pereira, o ex-gremista integra a equipe comandada por Hélder Cristóvão.

“Então você tá torcendo pro inter subir, Edilson?”

video

Veja aqui as obras polêmicas expostas no Santander Cultural. A confusão se justifica.


via @gremiocatimba

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Beira Rio pode ser leiloado em caso de não pagamento de dividas pelo internacional


Os gastos elevados dos últimos anos podem fazer o time da capital gaúcha perder o seu próprio estádio e até mesmo, caso não pague o imposto devido ao governo Federal no caso o Profut ter seu maior bem penhorado e leiloado além de sofrer sanções nas áreas desportivas.

O estádio Beira Rio pode estar em vias de ser penhorado devido aos problemas financeiros colorados. O Internacional teve que ceder parte do terreno do Beira-Rio em 2014  como garantia nas operações de empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) para sua reforma para a Copa do Mundo do Brasil.

É o que está claro nos contratos assinados pela SPE (Sociedade de Propósito Específico) Beira Rio com os bancos Banrisul, Banco do Brasil e com a instituição financeira de desenvolvimento.

Nos três acordos firmados entre bancos e a SPE Beira-Rio está escrito que uma das garantias é ”transferir para o BNDES, em caráter irrevogável e irretratável, o Direito Real de Superfície que será constituído sobre o imóvel que foi usado como garantia.

Ou seja, em caso de inadimplência o estádio Beira Rio e o seu Complexo podem ser leiloados. Como informado em reportagem anterior o time vermelho de Porto Alegre rejeitou as contas do ex Presidente Vitório Pfero e foram descobertas muitas irregularidades financeiras que podem inclusive comprometer a saúde e o aporte contábil do time que reside próximo ao Guaíba.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

CBF Confirma campeões desde 1959 e Inter jogou 10 vezes a serie B Nacional


Uma informação nova na história do meio futebolístico pode mudar algumas partes da historia do futebol brasileiro. O certo é  que com esses novos elementos, o futebol brasileiro se fortalece e o Internacional jogou 10 vezes a segunda divisão do futebol brasileiro entre 1959 e 1968.

A CBF reconheceu os campeões nacionais desde 1959 , taça Brasil e Taça Roberto Gomes Pedroza, juntamente com a taça serie prata de 1969 e 1970, sendo assim a equipe vermelha jogou por 10 anos consecutivos a segunda divisão nacional. Com essa resolução de 2010 a CBF confirma o Bahia como primeiro campeão Brasileiro de futebol em 1959.



Fontes:
http://saojoseemfoco.com.br/matheus-moraescbf-confirma-campeoes-desde-1959-e-inter-jogou-10-vezes-serie-b-nacional/




Cada vez mais ídolo



Por que o ex-presidente Vitorio Piffero permanece em silêncio. Ex-dirigente ainda não se manifestou sobre polêmica nas contas.

Estudo da auditoria Ernst & Young constatou que cinco empresas receberam do Inter um valor superior a R$ 9 milhões por trabalho em obras no complexo Beira-Rio. Todas as firmas têm o mesmo endereço e número de telefone idênticos. 

Essa não é a primeira vez que as contas da mais recente e polêmica gestão Piffero apresentam problemas.  As obras destacadas teriam sido realizadas durante os últimos dois anos de Vitorio Piffero (2015 e 2016).  Piffero ainda não falou publicamente sobre o delicado tema. Não recebeu o relatório de quase 300 páginas da auditoria. Não conhece detalhes do caso. 

Ele falará em breve, depois de ler os documentos, que os conselheiros do clube ainda não receberam, informam pessoas próximas.

O ex-presidente ficou incomodado com o vazamento da informação, liberada por alguém ligado à atual gestão do clube, que assumiu em janeiro passado. Ele não foi questionado sobre a origem dos R$ 9 milhões (ou que cifra for), por dirigentes do clube ou pelos auditores. 

Ele entende que a liberação dos números à imprensa, que ele não sabe se são verdadeiros ou não, é pura retaliação política. 

A briga interna entre os integrantes do poderoso Movimento Inter Grande (MIG), que controla o clube desde o começo da década passada, ainda não acabou. O grupo está divido em três alas, no mínimo. 

Piffero não visita regularmente o Beira-Rio. Fica longe dos jogos no estádio, porém incentiva os dois filhos a saírem de casa e ocuparem suas cadeiras. Não deixa de assistir às partidas ao lado de amigos mais chegados. Organiza encontros e churrascos. Está otimista com o momento do time. Sabe que jamais voltará a dirigir o clube, mas não aceita ser culpado por todos os problemas. 

Vai se defender.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Unico campeão Gaúcho CBF


Inter faz ser julgado por causa da confusão no Beira-Rio, em julho


O Internacional vai voltar ao banco dos réus. A Promotoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) recorreu da punição de R$ 10 mil aplicada ao clube no julgamento do dia 28 de julho e quer aumentar a pena. O novo recurso ainda tem data marcada.

O clube gaúcho foi denunciado por não prevenir desordens no empate em 1 a 1 contra o Criciúma, dia 8 de julho, no estádio Beira-Rio. Após a partida, torcedores causaram um tumulto no pátio e entraram em confronto com a Brigada Militar.

Depois da confusão, as torcidas organizadas do Internacional, Guarda Popular e Camisa 12 foram suspensas por 90 dias pelo Ministério Público.

Confira a nota do STJD
“Denunciado por não prevenir e reprimir desordens na partida contra o Criciúma, o Internacional foi multado em R$ 10 mil no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol. Em julgamento realizado no dia 28 de julho, o clube foi muito elogiado pelo trabalho preventivo realizado nos jogos no Beira Rio, mas acabou punido pela conduta de um steward que deveria reprimir, mas arremessou um batente de madeira em torcedores. Descontente com a decisão, a Procuradoria entrou com recurso em busca de majoração da pena aplicada ao Inter.”

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Dois rankings que o Interzinho está na frente

Com 215 processos trabalhistas, Inter é terceiro maior réu do futebol brasileiro

O Internacional é réu em 215 processos na Justiça do Trabalho e tem dívida trabalhista estimada em R$ 97 milhões. Os dados são do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul, e o valor do débito foi calculado de acordo com o último balanço financeiro do clube, relacionado a 2016. Os números são parte de um levantamento do GloboEsporte.com, com todos os clubes da Série A, mais o Colorado (clique aqui e confira todos os dados). O time gaúcho é o terceiro na lista das equipes com maior número de processos e nono no ranking da dívida. Para Gabriel Lopes Moreira, diretor jurídico do Inter, a quantidade de ações é alta, mas está sob controle.

– Esse número se refere a processos em todas instâncias e com ações novas. Mas eu diria que não chega a 200. A gente tem revisão para fazer. O histórico não foge muito disso. Desse número total, aproximadamente 30% são ações relativas a profissionais do futebol, o restante é de funcionários e administrativo. Por ser clube com estrutura administrativa grande, em diferentes sedes, locais, também no interior, tem uma rotativa maior e gera esse número. A situação é tecnicamente controlada, mas financeiramente arriscada. O número vinculada aos profissionais é menor, mas o financeiro é muito maior do que o restante. É nesses casos que a gente precisa ter atenção maior – analisa Moreira.

O débito trabalhista é composto por dois itens. A menor parte se refere a ações na Justiça do Trabalho resultantes de sentenças já julgadas e que envolvem qualquer tipo de processo na área, como falta de pagamento de salários e de direitos de imagem. A maior parte da dívida trabalhista é corresponde a impostos não recolhidos (INSS, IRRF e FGTS), que são encargos trabalhistas de responsabilidade das empresas, mas que na contabilidade dos clubes é registrada como dívida fiscal.
Segundo o balanço financeiro do Internacional, 88% do valor total da dívida trabalhista da equipe se refere a esse quesito. Entretanto, o débito está refinanciado em leis como o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut), em vigor desde agosto de 2015.


Tem gente metendo a mão no dinheiro dos colorados...


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

"Balão da B" rouba a cena em Grêmio x Cruzeiro e repercute nas redes sociais

Flauta apareceu diversas vezes na transmissão do jogo na televisão


Em meio à tensa semifinal entre Grêmio x Cruzeiro, uma provocação da torcida gremista ao Inter roubou a cena em vários momentos da partida. Um balão com a letra "B", em alusão ao rebaixamento colorado, apareceu na câmera principal da transmissão da partida pela televisão.

A flauta repercutiu nas redes sociais.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Vitório PÍFFIO: Cada vez mais ídolo


Auditoria aponta altos gastos da gestão Piffero em obras no complexo Beira-Rio. Um montante superior a R$ 9 milhões foi repassado a um pool de empresas na área da construção civil 

A conclusão de mais uma auditoria nas contas da gestão Vitorio Piffero promete incendiar a política colorada. Nos próximos dias, o Conselho de Gestão do Inter analisará o relatório apresentado pela Ernst & Young, que exigirá explicações dos dirigentes que comandaram o clube de janeiro de 2015 a dezembro de 2016.

Conforme aponta o levantamento da Ernst & Young, um pool formado por cinco empresas recebeu do Inter um valor superior a R$ 9 milhões, a título de obras no complexo. O detalhe: todas essas firmas atuam no ramo da construção civil, possuem o mesmo telefone e foram ligadas ao mesmo escritório de contabilidade. A matriz de uma delas fica em uma cobertura, no balneário de Torres — e essa recebeu sozinha R$ 5 milhões do clube. Outra, fica em um bairro no subúrbio de Viamão.

O que chamou a atenção da auditoria (e da atual direção do Inter) é que não há qualquer obra no complexo Beira-Rio que justifique esse montante. Além disso, os auditores foram surpreendidos com os altos valores sacados a título de adiantamento no caixa do clube: mais de R$ 9 milhões. No relatório, há a constatação que essas retiradas do caixa foram justificadas com notas fiscais das empresas de construção que formavam esse pool. Após a análise da auditoria pelo Conselho de Gestão, o relatório será encaminhado ao Conselho Deliberativo do Inter. Zero Hora procurou os dirigentes colorados de 2015 e de 2016, mas os contatos não foram respondidos.

Essa não é a primeira vez que as contas da gestão Piffero apresentam problemas. Em abril, o Conselho Deliberativo do Inter reprovou as contas da direção em 2016. A maioria dos conselheiros acatou a recomendação do Conselho Fiscal, que havia emitido parecer recomendando a reprovação das contas por "falhas graves nos controles internos" da gestão Vitorio Piffero no ano do rebaixamento do clube. 

Na época, o presidente do Conselho, Geraldo Da Camino, pediu a abertura de sindicância para apurar as falhas. Foi a primeira vez na história do Inter que uma administração teve as contas rejeitadas. O fato, no entanto, não tem punição prevista no estatuto, o que acontece apenas em caso de comprovada improbidade.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Fui na cartomante perguntar se em 2018 o INTER estará na série A, olha o que deu nas cartas...


Caso Victor: São Paulo deposita R$ 10 milhões de Pratto em juízo

O 'caso Victor', envolvendo Grêmio e Atlético-MG, tem um novo episódio. Na semana passada, o São Paulo depositou em juízo R$ 10,5 milhões referentes à parcela da compra de Lucas Pratto. O dinheiro já estava destinado, pela Justiça, a quitar a dívida do clube mineiro com o Tricolor de Porto Alegre. Agora o time gaúcho busca medida para recolher o recurso. 

O São Paulo usou o dinheiro da venda de Luiz Araújo ao Lille, da França, para quitar a transferência de Pratto – contratado em fevereiro junto ao Galo. 

O depósito em juízo ocorreu em 28 de julho na quantia de R$ 10.508.626,19. 

Em abril, o Atlético-MG chegou a ser multado por descumprimento de ordem judicial e o valor da ação pulou para R$ 12 milhões. 

Os dois clubes chegaram a tentar acordo extrajudicial, em maio, mas não houve avanço. 

No domingo, Grêmio e Atlético-MG se enfrentam em jogo válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida, em Porto Alegre, por ironia marcará o jogo de número 300 de Victor no clube de Belo Horizonte. 

Relembre o caso 

Victor trocou Porto Alegre por Belo Horizonte na metade de 2012. No negócio, o Grêmio recebeu Werley e mais um pagamento parcelado. No ano passado, a dívida ficou milionária. Neste ano, o Tricolor gaúcho entrou com pedido de execução da dívida. Depois, conseguiu penhora online das contas do Atlético-MG quando da venda de Lucas Pratto ao São Paulo. 

O time paulista, contudo, fez o pagamento da primeira parcela antes de ser notificado judicialmente. Diante disso, o Grêmio pediu bloqueio das contas do Galo e levou. A Justiça também determinou que o novo pagamento da operação por Pratto fosse feito em juízo. 

Paralelamente, o Grêmio também iniciou trâmite junto à CBF. Os advogados do time gaúcho pediram bloqueio de registros do Atlético-MG, conforme legislação nacional para casos de inadimplência entre clubes. O órgão da entidade máxima do futebol brasileiro pediu mais esclarecimentos e ainda não analisou a demanda.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Grêmio aparece como 10º melhor time do mundo em lista de site


Em ranking divulgado pelo site Club World Ranking, o Tricolor Gaúcho aparece na 10ª posição, com 10099 pontos, somando 566 vitórias e 261 derrotas.

A pontuação é calculada com base nos resultados dos jogos realizados pelas equipes nas últimas 52 semanas e atualizada semanalmente. 

O peso de cada ponto é analisado por diversos componentes da partida, como resultado, importância do confronto, adversário, competição, confederação, entre outros.

Os três primeiros são Real Madrid (1º), Barcelona (2º), Atlético de Madri (3º). 

Fora do continente europeu, dois argentinos aparecem no top 10. O River Plate, na 4ª posição, e o San Lorenzo, na 8ª.  

Para deixar o torcedor gremista ainda mais eufórico com o atual momento do time, o técnico Renato Gaúcho ultrapassou Zé Ricardo no ranking de treinadores. Agora, segundo a lista, o comandante do Tricolor é o melhor técnico que atua no Brasil. 

Renato está na 15ª posição, contra a 16ª colocação do flamenguista. Jair Ventura completa a sequência do país, em 17º. 

Contudo, o técnico Ricardo Ferretti, do mexicano Tigres, é o melhor treinador brasileiro no rol, em 10º lugar.

Veja o top 10 do ranking

1. Real Madrid-ESP: 18.222 pontos
2. Barcelona-ESP: 14.489 pontos
3. Atlético de Madri-ESP: 14.115 pontos
4. River Plate-ARG: 11.897 pontos
5. Juventus-ITA: 11.821 pontos
6. Monaco-FRA: 11.115 pontos
7. Bayern de Munique-ALE: 11.098 pontos
8. San Lorenzo-ARG: 10.410 pontos
9. Manchester United-ING: 10.243 pontos
10. Grêmio: 10.099 pontos

Quase lider de mais um ranking


Agora o tri ta garantido


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

"Coincidência": Recordista de penaltis


Quatro cidades querem a final da Libertadores em 2018: Rio, SP, Lima e Miami


Conmebol ainda não bateu o martelo, mas deve mudar o formato de disputa da final da Libertadores a partir de 2018: os tradicionais jogos de ida e volta (um na casa de cada finalista) seriam substituídos por uma decisão em partida única.

Quatro cidades estão na briga: São Paulo, Rio de Janeiro, Lima e Miami.

Quando o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, lançou a ideia no mês passado, duas cidades já haviam se candidatado: Rio de Janeiro e Lima. Agora, a entidade conta com outras duas concorrentes: São Paulo e Miami.

A decisão será tomada até o fim do ano.

Finalmente!


segunda-feira, 31 de julho de 2017

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Inter é denunciado por tumultos no Beira-Rio e pode perder até 10 mandos de campo


Colorado será julgado nesta sexta no STJD após confusão entre torcida e BM, em empate com Criciúma.


Os tumultos e o enfrentamento entre torcida e Brigada Militar após o empate em 1 a 1 do Inter com o Criciúma, pela 12ª rodada da Série B, podem render mais prejuízos ao Inter, além dos danos à estrutura do Beira-Rio. Nesta quarta-feira, a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o clube pelo episódio, com possibilidade de gancho de até 10 partidas sem mando de campo. O julgamento está marcado para esta sexta-feira, às 11h, em sessão da Quarta Comissão Disciplinar.

O Colorado foi enquadrado no artigo 213, inciso I e parágrafo 1º do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD, por "deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto". A pena varia de multa de R$ 100 a R$ 100 mil e até perda de 10 mandos de campo.

A confusão eclodiu logo após a partida, com direito a pedras e garrafas arremessadas contra a área de imprensa do Beira-Rio. Entre vidraças quebradas e prejuízos, até a loja oficial do clube foi saqueada. Após o conflito, duas organizadas do clube foram suspensas pelo Juizado do Torcedor, devido a um pedido da Promotoria do Torcedor do Ministério Público.

O cenário de guerra, com protestos da torcida e conflitos entre torcedores e Brigada Militar, é algo recorrente no Beira-Rio em tropeços do Inter desde o ano passado. Antes do tropeço com o Criciúma, já houve enfrentamentos, por exemplo, na derrota por 1 a 0 para o Boa Esporte. Nos últimos dois jogos em seu estádio, o Inter preparou esquema de segurança reforçado, com tapumes restingindo a circulação de pessoas no estádio. A equipe, coincidentemente, venceu os dois compromissos.

O artigo 213 do CBJD:

Art. 213. Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir:
I - desordens em sua praça de desporto;
PENA: multa, de R$ 100 a R$ 100 mil
§ 1º Quando a desordem, invasão ou lançamento de objeto for de elevada gravidade ou causar prejuízo ao andamento do evento desportivo, a entidade de prática poderá ser punida com a perda do mando de campo de uma a dez partidas, provas ou equivalentes, quando participante da competição oficial.

Novo patrocinador Master do Inter


Oeste vai apelar aos CAS: O sal grosso só saiu no BID no mesmo dia do jogo


Maior folha da história da série B


terça-feira, 25 de julho de 2017

Chega o novo Reforço do Inter

Reforço de ferro dos vidros do Bêra


sábado, 22 de julho de 2017

Passa pelo Bêra? PASSA!!!


Racismo, machismo e furtos: os dez dramas do Inter na Série B

    D'Alessandro se desespera em lance do duelo do Inter contra o Criciúma

 A Série B não está nada fácil para o Internacional. O Colorado está fora da zona de classificação para a próxima Série A e já enfrentou 'de tudo' dentro e fora de campo. Desde que a competição começou, o clube viveu acusação de racismo, machismo, protesto, violência e até furtos à loja do clube. Entre percalços e acertos, vitórias e derrotas, confira dez dramas vividos pelo time gaúcho numa competição em que não está acostumado a estar.

   Machismo de Guto Ferreira

A entrevista coletiva que sucedeu o jogo contra o Luverdense criou um clima ruim para o técnico Guto Ferreira. Ao responder a jornalista Kelly Costa, da RBS TV, o treinador disse que "não faria outra pergunta a ela, pois era mulher e talvez nunca tivesse jogado (futebol)". Percebendo a colocação diferenciando gênero, o treinador pediu desculpas públicas no dia seguinte, não sem antes ser acusado de machismo nas redes sociais.

Jogo sem melhores momentos

Em 20 de junho, pela 9ª rodada da Série B, o Beira-Rio, que já viu finais de Libertadores, Brasileiro e jogos memoráveis, certamente conheceu um dos piores duelos de sua história. Inter e Paraná jogaram tão pouco que não houve transmissão de 'melhores momentos' durante intervalo da partida na televisão. Não tinha o que registrar. Praticamente sem chutes a gol nos dois lados, o duelo terminou 0 a 0 e cravou lugar entre os jogos mais fracos do ano. 

   Protestos viram rotina

Não foi uma, duas, três ou quatro vezes. A cada tropeço em casa, o Internacional conviveu com clima tenso. Lembrando os vários protestos de 2016, a torcida não engoliu as dificuldades encaradas pelo time gaúcho em jogos no Beira-Rio, realizando uma série de protestos cada vez mais violentos. De gritos de 'time sem vergonha' até o uso de violência. Tanto que o clube se obrigou a reforçar a proteção do estádio com barreiras de metal utilizadas antes do último confronto, com o Luverdense, organizou um seminário sobre segurança e fez campanha pela paz quando atua em casa.

Violência: sobrou até para as cadeiras

 E estes protestos que começaram apenas com xingamentos foram ficando mais e mais fortes. Das palavras aos gestos foi um pulo, dos gestos à violência outro. Contra o Paraná, insatisfeitos com o jogo muito fraco do time, cadeiras foram quebradas e arremessadas no campo. Do lado de fora do Beira-Rio, o clima ficou cada vez pior. Após a derrota para o Boa Esporte, pela 11ª rodada, houve o primeiro foco de confronto mais forte com a Brigada Militar. O empate contra o Criciúma gerou o ápice da tensão, com brigas, feridos, estádio depredado e duas organizadas suspensas pelo prazo de 90 dias. 

Loja do Inter sofre saques

 Ainda durante os atos de vandalismo que sucederam o jogo com Criciúma, um fato curioso e lamentável. A loja oficial do Internacional que fica no estádio Beira-Rio foi saqueada. As vitrines foram quebradas, manequins danificados e os materiais que estavam expostos levados por torcedores não-identificados. O Inter não contabilizou o dano, mas foram perto de cinco camisas e mais alguns produtos oficiais do clube que acabaram levados. 


   Derrota em casa para o Boa

Dos jogos em que o Inter tropeçou em casa, nenhum doeu mais do que a derrota para o Boa Esporte. O Colorado esperava recuperação, já estava entre os piores da competição como mandante, e na 11ª rodada pegou os mineiros de olho na recuperação. Não veio. Com gol de Diones, o Boa venceu um time desorganizado do Inter e 'marcou' a campanha na Série B. 

   Troca precoce de treinador 

A Série B foi mais difícil do que parecia. Antes do campeonato, o técnico Antonio Carlos Zago abraçava o favoritismo. Em entrevista exclusiva ao UOL Esporte, dizia que o Inter era superior aos adversários e deveria subir com alguma tranquilidade. Durou apenas três rodadas e perdeu emprego após a derrota para o Paysandu, em Belém. 

Campo esburacado no Recife

 Uma das marcas da segunda divisão até agora no Colorado também aconteceu pela falta de condições do gramado em um jogo. O Arruda, palco para o confronto com Santa Cruz, mostrou uma das piores condições de jogo já enfrentadas pelo Colorado recentemente. Buracos, lama e muita sujeira impossibilitaram qualquer ação de qualidade. Resultado: empate em 0 a 0. E campo era tão ruim que até mesmo o dono desistiu de atuar por lá depois deste jogo.


   Acusação de racismo no Ceará

 Em meio aos problemas dentro de campo, a antepenúltima rodada deu ao Colorado problemas fora dele. O Inter ganhou do Ceará por 2 a 0, mas o fim do jogo ficou marcado pela acusação do atacante Elton contra o zagueiro Victor Cuesta. O atleta do alvinegro disse que o argentino o chamou de 'macaco' durante uma discussão no segundo tempo. No dia seguinte registrou ocorrência na polícia. O árbitro do jogo não relatou nada em súmula. Também no dia seguinte, Cuesta negou ter usado termos de cunho racista para agredir o rival. 

    Nem a camisa agradou

Quando a fase é ruim, nada dá certo. Nada mesmo. O Inter lançou a camisa para esta temporada alterando um pouco o design. O vermelho ganhou uma listra mais forte horizontal na altura da barriga. E não agradou. A rejeição ao novo uniforme contrasta com os números apresentados pela direção do clube. Ao mesmo tempo que a rede social mostra descontentamento dos aficionados com os novos uniformes, o Inter informa que eles venderam três vezes mais do que o uniforme passado no mesmo período. 

Não faça como o Vila Nova...


Mais um case de sucesso no Inter


Chega!


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