domingo, 18 de dezembro de 2011

sábado, 17 de dezembro de 2011

Cinco anos depois, Gabiru revela mágoa: 'Não iria a uma festa do Inter'

    Herói da conquista do título mundial contra o Barcelona, meia vive dias de quase anonimato em Curitiba e procura um clube para jogar em 2012

    O exílio em Curitiba alargou a ferida aberta na relação entre Adriano Gabiru e o Inter. A fala mansa em frases curtas e diretas ao telefone deixa escapar um profundo ressentimento do jogador que saiu da reserva para fazer o gol mais importante da história do clube, na decisão do Mundial de Clubes contra o Barcelona, em dezembro de 2006. À espera de um clube, Gabiru, 34 anos, vive seus dias de anonimato como um herói marcado pela mágoa.
- Me colocaram para escanteio - afirmou, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.
Adriano Gabiru em sua casa em Curitiba lembra o Mundial com o Inter (Foto: Joka Madruga/Especial) 
Entre boas lembranças e mágoas, Gabiru mira chuteira que usou no Mundial 
 
Gabiru se refere à sua saída do clube - como se fosse pela portas dos fundos - menos de cinco meses após o Mundial. Parecia que o gol diante dos catalães havia amainado um ano de críticas da torcida e rotina no banco de reservas. No apoteótico retorno a Porto Alegre, gritos de “Me perdoa, Gabiru” preenchiam as ruas da cidade. Do alto do carro de Corpo de Bombeiros, viu, em meio ao mar vermelho da Avenida Beira-Rio, uma faixa com a apaixonada constatação: “Gabiru é melhor que Ronaldinho”.
Depois do Inter, jogou no Figueira, Sport, Goiás, Guarani e Mixto. O Corinthians-PR foi seu último clube, no primeiro semestre.
O começo de 2007, no entanto, tisnou o encanto. Más atuações no Gauchão e a saída de Abel Braga (Alexandre Gallo assumiu) fizeram Gabiru revisitar os dias de luta pré-Mundial. Rumou ao Figueirense, onde durou poucos meses, e de lá e foi repassado ao Sport, de Recife. Na celebração de um ano do título, os gestos de reconhecimento da torcida se repetiram num Gigantinho lotado. Ali, Gabiru já era um visitante. Parecia que estava tudo bem. Nem tanto. A mágoa com o clube perdurou.

- Claro que perdoei a torcida, sou um cara tranquilo. Mas acho que não iria mais a uma festa do Inter se fosse convidado novamente. Pelo que fizeram comigo. Naquele momento, fiquei com raiva. Agora, não. Fico mesmo meio chateado de sair daquela maneira, treinando em separado. Mas fazer o quê? Futebol é assim. Sempre tem um para ser julgado. Caía tudo nas minhas costas.

 

 


Ressentimentos à parte, o fato é que Gabiru não engrenou. Imperava a ideia nos corredores do Beira-Rio que não lhe faltava qualidade técnica. O problema do meia estava na sua rotina desregrada longe dos gramados. Tanto que a boa forma de Gabiru no Mundial não surpreendeu dirigentes e comissão técnica. Concentrado durante 20 longos dias em terras frias e introspectivas do Japão, o jogador rendeu, a ponto de impressionar. Num treino, lhe coube simular os movimentos de Ronaldinho, então grande craque do Barcelona. Abel deixou o trabalho exultante, mãos ao alto:
- Pô, o cara acabou com o meu treino!
- Lá, eu treinei bem, treinei sério - confirma o atleta. - Estava preparado.
Claro que perdoei a torcida, sou um cara tranquilo. Mas acho que não iria mais a uma festa do Inter se fosse convidado novamente"
Adriano Gabiru
A entrevista foi com Gabiru, mas talvez o nome mais citado tenha sido o de Abel. O jogador coloca na conta do técnico a “culpa” por sua ida ao Mundial. Gabiru confessa que sequer esperava viajar. Substituir o capitão Fernandão diante do Barcelona estaria mais para um rotundo devaneio.
- Eu fiquei meio assim, né? Estava mal no Brasileirão - reconhece. - Mas o Abel teve personalidade e me escolheu.
Apesar de não ser citado, Fernando Carvalho também merece um pouco dos créditos pela improvável redenção de Gabiru em Yokohama. Afinal, o presidente do clube na época do Mundial tentava contratar o meia desde 2002, ainda em seu primeiro mandato. Só conseguiu em 2006.
A insistência valeu a pena. O gol sobre o Barcelona valeu por mil. É inclusive capaz de tirar a passividade da voz de Gabiru e levá-lo um plano mais ameno, sem ressentimentos e lembranças desagradáveis. Ao descrever os momentos que o conectaram com a eternidade, mescla humildade com pitadas de humor. Espontâneo, não enfeita, fala o que pensa, o que acha que realmente tenha acontecido naquele 17 de dezembro que ainda não terminou.
- Eu fui acompanhando a jogada. Nunca imaginei que fosse fazer o gol. Ela quicou, e eu chutei. Depois me perguntaram por que eu não driblei o goleiro... Se eu fosse do nível de um Ronaldinho, tudo bem, até poderia - justifica, já se esquecendo da carinhosa faixa que havia avistado há cinco anos na multidão.
Ela é uma prova de que, para os colorados, sim, “Gabiru é melhor que Ronaldinho”.

Santos se prepara para a final do Mundial no estádio do 'Grêmio do Japão'

         Clube que usa o campo onde o time paulista treinará nesta sexta-feira foi fundado com parceria junto ao Tricolor gaúcho.
Santos se prepara para a final do Mundial no estádio do 'Grêmio do Japão'
Modelo antigo da camisa do Frontale, inspirado no Grêmio

O Santos fez o primeiro treino no gramado visando a final do Mundial de clubes depois de ter garantido vaga na decisão quarta-feira passada no estádio do Grêmio. Do Grêmio japonês. Nesta sexta-feira, a equipe de Muricy Ramalho realizou uma atividade no campo do Kawasaki Frontale, time que nasceu em 1997 com parceria junto ao time gaúcho.

O convênio entre japoneses e brasileiros consistia em um intercâmbio de jogadores entre os dois países. A influência sobre a equipe oriental fez com que as cores do time copiassem o azul, preto e branco gremistas, e o símbolo do Frontale chegou a ser idêntico ao do Tricolor do Olímpico. Hoje a parceria já não existe.

Ainda assim, o Kawasaki, que disputa a primeira divisão local, ainda tem como ídolo um brasileiro. Trata-se de Juninho, atacante conhecido pela torcida do Palmeiras, onde atuou entre 2002 e 2003. Além disso, já passaram pelo clube o volante Tinga e os atacantes Hulk e Emerson Sheik.

Funcionários do clube presentes no Estádio Todoroki não souberam explicar como nasceu a admiração dos dirigentes do Kawasaki Frontale pelo time brasileiro. Mas a explicação pode estar em 1983. Naquele ano, o Grêmio disputou a taça que o Santos perseguirá no próximo domingo, contra o Barcelona e saiu vencedor, conquistando o título mundial em cima do Hamburgo.

Depois de ter usado o campo do Frontale, neste sábado o Santos tem o primeiro contato com o Estádio Internacional de Yokohama, onde pegará o Barça. Esta será também o último treino antes da grande decisão.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

sábado, 10 de dezembro de 2011

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Cholorados apelam para vender alguma coisa na lojinha...


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Já se deram conta e tiraram o link... mas esta aí o printscreen da tela...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dia normal no Remendão

Briga após despedida de Fabiano no Beira-Rio deixa duas pessoas esfaqueadas, diz BM

Um dos envolvidos teria sido medicado no HPS e liberado

A despedida do ex-jogador do Inter Fabiano Souza, na noite de quarta-feira, no Beira-Rio, também foi marcada por uma confusão entre torcedores. Após a partida, segunda a Brigada Militar, teria ocorrido uma briga generalizada com duas pessoas esfaqueadas.

O Hospital de Pronto Socorro (HPS) confirmou a entrada de apenas um indivíduo, dessa mesma ocorrência, com ferimento no braço, mas que já foi liberado.

fonte: ZH

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Por favor, pai...

Arena do Grêmio ganha destaque na revista britânica Stadia

A maior publicação mundial sobre Arenas esportivas, a revista britânica Stadia, traz no mês de janeiro/ 2012 uma matéria completa sobre 8 projetos de grandes estádios a serem finalizados em 2012 em todo o mundo. E a Arena do Grêmio é a única obra brasileira presente na matéria.
Stadia

O texto destaca a velocidade da construção, hoje com 40% executada, e também as características únicas, como a área destinada para a torcida Geral do Grêmio fazer a sua avalanche em jogos não oficiais da FIFA.

Gremistas ganham destaque no site do Mazembe

E o Mazembe descobriu os torcedores do Grêmio. Desde segunda-feira, o site do clube da República Democrática do Congo publica notícias sobre tricolores. Em uma matéria intitulada de "Uma história de amor surpreendente", eles apresentam os brasileiros que se tornaram fãs do clube depois da vitória sobre o seu maior rival no Mundial de Abu Dhabi.




Criada pelo jornalista (e gremista) Ilgo Wink — aquele mesmo do livro sobre o Mazembe Day —, a cerveja  Mazembier também ganhou destaque na página do clube africano (foto abaixo).

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Grêmio procura Mazembe para a inauguração da Arena


Muteba Kidiaba comemora vitória do Mazembe sobre o Internacional (Foto: Ag. Estado) 

O goleiro Kidiaba comemora vitória do Mazembe sobre o Internacional (Foto: Ag. Estado)
Houve um contato gremista com o clube africano há cerca de um mês, e os africanos responderam com uma sinalização positiva sobre a possibilidade de viajar até Porto Alegre. O Grêmio trabalha ainda para a vinda de um grande clube do exterior para a festa de inauguração:
- Estamos pensando em vários times, como o Milan e o Barcelona, além do Mazembe. Mas não há nada confirmado nem descartado - disse Antonini.
A previsão de Antonini é de que a Arena esteja com 45% das obras concluídas até o fim do ano. Atualmente, 1,6 mil operários trabalham nas obras no Humaitá. O Grêmio garante que o novo estádio será entregue até o dia 30 de novembro de 2012. O jogo de inauguração está previsto para depois do Brasileirão do ano que vem.
Fonte Globoesporte

Grêmio FBPA - Imortal Tricolor

O primeiro GREnal

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Gladiador

Enviado por Patrick Vieira

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sóbis?

O cartão vermelho mais ridículo da história do futebol pode ter sido aplicado na partida entre Dnipro e Karpaty pelo campeonato ucraniano.
O meio-campista ganês Samuel Inkoom, do Dnipro, seria substituído por Evgeniy Shakhov se, antes de sair de campo, não tivesse tirado a camisa. O árbitro aplicou um cartão amarelo (o segundo de Samuel) e Shakhov teve de voltar para o banco frustrado.
E tudo isso graças ao quarto árbitro. Percebam que o ganês deixaria o campo de jogo se não fosse o alerta do árbitro reserva para que ele se virasse para o árbitro central e recebesse o cartão. Caso Inkoom tivesse saído e Shakhov entrado rapidamente (a substituição já estava autorizada), o cartão vermelho seria aplicado no banco de reservas, fazendo com que o Dnipro continuasse com 11 homens em campo.

Alfinetada

Eu acredito